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Apresentação do PowerPoint Page 1 of 11 Esta é a versão em html do arquivo http://www.ufrgs.br/eenf/enfermagem/disciplinas/enf03008/material/pichon.ppt. G o o g l e cria automaticamente versões em texto de documentos à medida que vasculha a web. Terezinha Ritter, Agnes Olschowsky, Baltasar Renosi Lapis, Eglê Kohlrausch GRUPOS OPERATIVOS Pichón Rivière (1907-1977) Terezinha Ritter, Agnes Olschowsky, Baltasar Renosi Lapis, Eglê Kohlrausch DEFINIÇÃO DE GRUPO “Grupo é um conjunto restrito de pessoas que, ligadas por constantes de tempo e espaço, e articuladas por sua mútua representação interna, se propõem de forma explícita ou implícita à realização de uma tarefa, que constitui sua finalidade, interatuando para isso mhtml:file://G:\PBL\PDD\Capacitação_2009\Artigos\Grupos operativos.mht 1/4/2009 Apresentação do PowerPoint Page 2 of 11 através de complexos mecanismos de adjudicação e assunção de papéis”. (Adjudicação = entregar a outros o que é seu) (Assunção = assumir o que é dos outros para si) GRUPO INTERNO É a reprodução ou recriação de objetos, relações e vínculos relativos a experiências passadas, geralmente associadas ao grupo primário (família). Terezinha Ritter, Agnes Olschowsky, Baltasar Renosi Lapis, Eglê Kohlrausch GRUPOS OPERATIVOS Grupos centrados na tarefa (cura, se for terapêutico; aquisição de conhecimentos, se for um grupo de aprendizagem) e que preencham as condições dos 3 M: mhtml:file://G:\PBL\PDD\Capacitação_2009\Artigos\Grupos operativos.mht 1/4/2009 Apresentação do PowerPoint Page 3 of 11  Motivação para a tarefa  Mobilidade nos papéis a serem desempenhados e disponibilidade para as  Mudanças que se fazem necessárias OBJETIVO DO GRUPO OPERATIVO: Mobilizar um processo de mudança, que passa fundamentalmente pela diminuição dos medos básicos da perda e do ataque. Assim, fortalece o grupo, levando-o a uma adaptação ativa à realidade, rompendo estereótipos, redistribuindo papéis, elaborando lutos e vencendo a resistência a mudanças. Terezinha Ritter, Agnes Olschowsky, Baltasar Renosi Lapis, Eglê Kohlrausch ESTRUTURA DOS GRUPOS: Os grupos se compõem pela dinâmica dos mhtml:file://G:\PBL\PDD\Capacitação_2009\Artigos\Grupos operativos.mht 1/4/2009 Apresentação do PowerPoint Page 4 of 11 3 D:  Depositado  Depositário  Depositante O depositante é aquele que, não podendo assumir determinada característica sua, a deposita (o depositado) em alguém que é o depositário. VERTICALIDADE E HORIZONTALIDADE: A dinâmica dos 3 D surge pela noção de verticalidade e horizontalidade. Aquele que, ao mesmo tempo enuncia algo de si mesmo (verticalidade), também denuncia uma característica ou problema grupal, (horizontalidade), como produto da interação dos membros do grupo entre si, com o líder e com a tarefa. mhtml:file://G:\PBL\PDD\Capacitação_2009\Artigos\Grupos operativos.mht 1/4/2009 Apresentação do PowerPoint Page 5 of 11 Terezinha Ritter, Agnes Olschowsky, Baltasar Renosi Lapis, Eglê Kohlrausch PAPÉIS QUE CONSTITUEM UM GRUPO Madalena Freire enfatiza os cinco papéis, que, segundo Pichón, constituem um grupo: 1. Líder de mudança: é aquele que se encarrega de levar adiante as tarefas, se arriscando diante do novo. 2. Líder de resistência: puxa o grupo pra trás, freia avanços, sabota tarefas e remete o grupo sempre à sua etapa inicial. Os dois são necessários para o equilíbrio do grupo. 3. Porta-Voz: é a chaminé por onde fluem as ansiedades e reivindicações do grupo. 4. Bode expiatório: é aquele que assume os aspectos negativos do grupo; todos os conteúdos latentes que provocam mal- mhtml:file://G:\PBL\PDD\Capacitação_2009\Artigos\Grupos operativos.mht 1/4/2009 Apresentação do PowerPoint Page 6 of 11 estar, como culpa, medo, vergonha. 5. Os silenciosos: são aqueles que fazem com que o resto do grupo se sinta obrigado a falar, assumindo a dificuldade dos demais para estabelecer a comunicação. Terezinha Ritter, Agnes Olschowsky, Baltasar Renosi Lapis, Eglê Kohlrausch ESQUEMA CONCEITUAL REFERENCIAL OPERATIVO (ECRO) Refere-se ao conjunto de experiências, conhecimentos e afetos com que os indiv

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