• Document: TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES COM PARALISIA CEREBRAL
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TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES COM PARALISIA CEREBRAL LIMA,Sue Helen Domingues de Andrade Discente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva CONTENÇAS, Thaís Santos Docente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva RESUMO A Paralisia Cerebral (PC) é uma doença de múltiplas etiologias e constitui uma das principais patologias neurológicas. E caracterizada principalmente pela manifestação de alterações motoras com padrões de anomalia de postura e as vezes distúrbios mentais, para um tratamento eficaz desses pacientes é preciso estabelecer um plano terapêutico onde seja usadas técnicas habilitacionais e reabilitacionais que viabilize melhoras ao paciente. O tratamento terapêutico baseado na literatura proporciona diferentes meios de que possibilite melhor integração do individuo com Paralisia cerebral. Palavras chaves: Fisioterapia, Paralisia Cerebral e Tratamento . ABSTRACT Cerebral Palsy (CP) is a disease of multiple etiologies and is a major neurological diseases. And mainly characterized by the expression patterns of motor abnormalities in posture and sometimes mental disorders, effective treatment for these patients is necessary to establish a treatment plan where it is used and rehabilitative techniques habilitacionais that makes possible improvements to the patient. The therapeutic treatment based on literature provides various means of enabling better integration of an individual with Cerebral Palsy Key words: Cerebral Palsy, Physiotherapy and Treatment. 1. INTRODUÇÂO A Paralisia Cerebral (PC) é uma doença de múltiplas etiologias e constitui uma das principais patologias neurológicas. É uma doença que leva a lesão do Sistema Nervoso Central quando está nos primeiros estágios de desenvolvimento dificultando ou impedindo a aquisição das habilidades motoras e cognitivas, pois, interferem na execução do movimento em decorrência dos padrões anormais de coordenação, postura e tônus muscular (MARANHÃO, 2005). Por definição de Gomes et al (2004-2005) a paralisia cerebral (PC) é defendida como doença de um grupo de muitas síndromes neurológicas. Ela é caracterizada principalmente pela manifestação de alterações motoras com padrões de anomalia de postura e de movimento que apresenta distúrbios mentais, sensoriais e de comunicação. No tratamento desses pacientes é preciso estabelecer um plano terapêutico onde seja usadas técnicas habilitacionais e reabilitacionais nas varias áreas que participem da composição do individuo (GOMES et al, 2004-2006). É importante a participação do fisioterapeuta na equipe multidisciplinar para uma melhor organização do programa fisioterápico. Este presente trabalho tem como objetivo Identificar a aceitabilidade de recursos terapêuticos aplicados a pacientes com paralisia cerebral, considerando aspectos de melhora no desenvolvimento neuropsicomotor. 2. REVISÃO DA LITERATURA Segundo a Associação Brasileira de Paralisia Cerebral, pode-se entender PC por um conjunto de alterações resultantes de um determinado acometimento encefálico, caracterizado por uma persistente alteração não estável do tônus, do movimento e da postura, que se inicia no período de desenvolvimento do encéfalo, anatomofisiológica do Sistema Nervoso Central (LIANZA, 2004-4006). No Brasil estima-se que existem 17 mil novos casos por ano, sendo considerado problema social e de saúde (BALBINO et al, 2010). A cada 1.000 nascidos vivos, cerca de 3 são acometidos por paralisia cerebral no mundo (ROTTA, 2002). As crianças que possuem essa patologia apresentam falta de controle motor e consequentemente um comprometimento da capacidade funcional; falta-lhes a habilidade de realizar a tarefa com interação do meio, fazendo-as apresentar um déficit na capacidade de orientar ou regular mecanismos necessários para o movimento, necessitando de recursos fisioterápicos (COOK, WOOLLACOTT, 2003). Dentro da paralisia cerebral as síndromes são classificadas considerando o tipo e a localização motora com anomalia. Podendo ser divididos em espásticas, discinéticas, atáxicas, atônicas e mistas. É importante enfatizar que o quadro clinico poucas vezes é explícitos (MILLER, GARY, 2002) A anormalidade de movimentos involuntários são encontrados em síndromes espásticas, enquanto, são observados em síndromes discinéticas e atáxicas sinais piramidais. Porém, todas as síndromes de paralisia cerebral apresentam alguma forma de distúrbios motores e posturais, acarretando aos movimentos voluntários normalmente complexos e coordenados uma descoordenação estereotipa e lim

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