• Document: KSCN via. espectrometria do UV-Vis: uma alternativa prática e de baixo custo.
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1 Determinação de ferro (II) em água do mar pelo sistema Fe (II)/ KSCN via espectrometria do UV-Vis: uma alternativa prática e de baixo custo. Laurinda Fernanda Saldanha Siqueira (a)*, Jonas de Jesus Gomes da Costa Neto (b), Mariano Oscar Anibal Ibañez Rojas (c). (a) Mestranda em Sustentabilidade de Ecossistemas, Departamento de Oceanografia e Limnologia, Universidade Federal do Maranhão, Av. dos Portugueses s/n – São Luis- MA – CEP 65085-580. (b) Mestrando em Química Analítica, Departamento de Química, Universidade Federal do Maranhão, Av. dos Portugueses s/n – São Luis-MA – CEP 65085-580. (c) Professor-doutor do Departamento Acadêmico de Química, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão, Av. Getúlio Vargas nº 04 Monte Castelo – São Luís-MA – CEP 65025-001. *E-mail: lau_siqueira@yahoo.com.br Palavras-chave: metal, águas salinas, tecnologia ambiental. Determinação de ferro (II) em matriz salina. ABSTRACT The flow of iron’s production original of the district's industrial of Maranhão’s capital and counties, by Bay of São Marcos, may turn the beaches and the port areas of São Luis into areas contaminated by this metal. With the objective of testing the application of the system Fe (II)/ KSCN for determination of iron (II) in sea’s water through UV-Vis Spectrometry (at 510 nm), was collected and analyzed water’s samples 2 of 20 stations at the Calhau Beach, São Luis-MA. For the validation and comparison between methods, was used Spectrometry of Atomic Emission with Plasma of Argon Coupled Inductively - ICP-OES (at 259.94 nm). Were used in this research: spectrometers UV-VIS BIOSPECTRO mod. SP220 PC and ICP-OES mod. MODULA/ EOP, 50 to 1000 µL micropipettes, test tubes, 1cm optical path-length quartz cubette. In the opportunity, the agreement of the levels of the metal was verified with the concentrations fastened in the Resolution CONAMA n°357/05. The results obtained in ICP-OES and for the system Fe (II)/KSCN through UV-Vis Spectrometry didn't demonstrate differences significant statistically, confirming the potential of the proposed method. The levels of Fe (II) are in agreement with fastened by CONAMA. RESUMO O escoamento da produção de ferro, oriundo de siderúrgicas do distrito industrial da capital e do interior de Maranhão, pela Baia de São Marcos, torna as praias e as zonas portuárias de São Luis áreas propícias à contaminação por este metal. Com o objetivo de testar a aplicabilidade do sistema Fe (II)/KSCN para determinação de Fe (II) em água do mar via espectrometria do UV-Vis (com leitura a 510 nm, coletou-se e analisou-se água de 20 estações na Praia do Calhau, São Luis-MA. Para a validação e comparação entre os métodos, utilizou-se Espectrometria de Emissão Atômica com Plasma de Argônio Indutivamente Acoplado, ICP-OES (com leitura a 259.94 nm). Foram utilizados na pesquisa um espectrômetro UV-Vis BIOSPECTRO mod. SP220 PC, espectrômetro ICP-OES mod. MODULA/EOP, micropipetas de 50 a 1000 µL, tubos de ensaio, cubetas de caminho óptico de 1 cm. Na oportunidade, verificou-se a concordância dos níveis do metal com as concentrações fixadas na Resolução CONAMA n°357/05. Os resultados obtidos no ICP-OES e pelo sistema Fe (II)/KSCN 3 via UV-Vis não demonstraram diferenças estatisticamente significativas, confirmando o potencial do método proposto. Os níveis de Fe (II) determinados encontraram-se de acordo com o fixado pelo CONAMA. 1 INTRODUÇÂO O ferro é conhecido e utilizado pela humanidade desde os tempos mais remotos. É o quarto elemento mais abundante na crosta terrestre, com 4.7 % em peso, podendo ser encontrado dissolvido na biota aquática (Merian, 1990). O escoamento da produção de ferro, oriundo de siderúrgicas do distrito industrial da capital e do interior de Maranhão, pela Baia de São Marcos, torna as praias e as zonas portuárias de São Luis áreas propícias à contaminação por este metal. Os efeitos desta contaminação antropogênica negligente afetam os componentes da biota aquática, desde a água, os sedimentos, o ar e até os organismos vivos, além de também interferirem na termodinâmica e cinética natural do oceano. Quantidades variáveis de ferro afetam o crescimento de fitoplâncton, o que prejudica as trocas gasosas na interface ar-oceano, além de influenciar os ciclos de carbono e de enxofre e causar mudanças climáticas globais (Achterberg, 2001). O homem tem capacidade limitada para excretar o excesso de ferro. Não há métodos de proteção de células e tecidos contra a sobrecarga de ferro e o aumento do consumo de ferro pode levar a um aumento no n

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