• Document: Igreja Presbiteriana do Brasil. Guia de Trabalho das Sociedades Internas (GTSI)
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Igreja Presbiteriana do Brasil Guia de Trabalho das Sociedades Internas (GTSI) GTSI – PARTE COMUM ÍNDICE GUIA DE TRABALHO DAS SOCIEDADES INTERNAS PARTE GERAL Capítulo I - Do nome e Finalidade das Sociedades Internas ......................................... 03 Capítulo II - Da Organização e Dos Sócios ................................................................... 03 Capítulo III – Do(a) Conselheiro(a) .............................................................................. 04 Capítulo IV - Da Relação da Sociedade Interna Local com a Federação ...................... 04 Capítulo V - Das Federações.......................................................................................... 04 Capítulo VI – Do(a)Secretário(a) Presbiterial ............................................................... 05 Capítulo VII - Das Confederações Sinodais .................................................................. 06 Capítulo VIII – Do(a) Secretário(a) Sinodal ................................................................. 07 Capítulo IX - Das Confederações Nacionais ................................................................. 07 Capítulo X – Do(a) Secretário(a) Nacional ................................................................... 08 Capítulo XI - Das Disposições Finais ............................................................................ 09 2 GTSI – PARTE COMUM CAPÍTULO I Do Nome e Finalidade Art. 1º - A UPH (União Presbiteriana de Homens); a SAF (Sociedade Auxiliadora Feminina); a UMP (União de Mocidade Presbiteriana); a UPA (União Presbiteriana de Adolescentes) e a UCP (União de Crianças Presbiterianas) são Sociedades Internas da Igreja Presbiteriana do Brasil, e verdadeiras forças de integração que congregam seus sócios sob o critério de sexo e/ou idade, sob a orientação, supervisão e superintendência do Conselho da Igreja, com o qual se relacionam por meio de um Conselheiro. Parágrafo único - As congregações presbiteriais ou de Igrejas locais, bem como os campos da Junta de Missões Nacionais, poderão organizar Sociedades Internas. Art. 2º - É missão das Sociedades Internas, cooperar com a Igreja em seu objetivo de servir a Deus e ao próximo, em todas as suas atividades e promover a plena integração de seus membros. Parágrafo Único - A cooperação se dará por meio de ações espirituais, evangelísticas, missionárias, culturais, artísticas, sociais e desportivas. CAPÍTULO II Da Organização e dos Sócios Art. 3º - As Sociedades Internas locais deverão ser organizadas pelo Conselho da Igreja obedecendo às disposições constantes nas partes especificas de cada Sociedade. § 1º - As Sociedades devem manter livros para registros das resoluções e atividades. § 2º - No Ato de Organização a presença de representante do Conselho é obrigatória e devem ser enviados convites ao(a) Secretário(a) Presbiterial e em existindo, à Federação. Art. 4° - As Sociedades Internas obedecerão as seguintes faixas etárias para seus sócios: a) UCP = de 6 a 11 anos; b) UPA = de 12 a 18 anos; c) UMP = de 19 a 35 anos; d) SAF e UPH = a partir dos 18 anos. § 1º - As faixas etárias são ponto de referência adaptáveis às realidades locais ou regionais, à critério do Conselho da Igreja ou Presbitério, enquanto não houver as Sociedades ou federações específicas organizadas. § 2º - Quando da representação aos Congressos, respeitar-se-á as faixas etárias estabelecidas no caput do artigo 4º. § 3º - Para o delegado(a) concorrer aos cargos eletivos deverá ter na ocasião do Congresso Nacional: a) UMP: Até 32 anos b) UPA: até 16 anos § 4º - Para o delegado(a) concorrer aos cargos eletivos deverá ter na ocasião do Congresso Sinodal: a) UMP: Até 33 anos b) UPA: Até 17 anos Art. 5º - O Conselho da Igreja deve proceder a Reunião de organização e instalação da Respectiva Sociedade. Parágrafo Único - No caso de congregações presbiteriais ou campos missionários, bastará a aprovação do pastor ou líder responsável. Art. 6º - As finanças da Sociedade Interna local constituem-se de: a) verbas votadas pelo Conselho; 3 GTSI – PARTE COMUM b) movimentos financeiros de sua própria iniciativa, previamente aprovados pelo Conselho da Igreja;

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